Rádio supera busca paga na projeção de 2026.
superando outros canais digitais
20/01/2026 - 17:48
O ano começa com dados muito positivos para as emissoras. Pesquisa global feita pela ISBA em parceria com a Ebiquity e a World Federation of Advertisers (WFA) aponta que o rádio seguirá crescendo, superando outros canais digitais na intenção de investimento dos anunciantes.

Foto: colombo
O rádio está sólido no grupo dos Growth Channels: 37% dos anunciantes projetam aumentar seus aportes no meio, somado a 40% que manterão os níveis atuais.

O dado mais relevante não é a superioridade sobre meios impressos ou banner/display, já em declínio, mas a vantagem sobre formatos digitais como busca/paid search (34%) e aplicativos móveis (25%).
Para 2026, a construção de marca volta ao foco e o rádio continua sendo um dos meios de referência para isso, pois tem um custo-benefício sem igual para geração de recall.
O rádio sempre presente.
O rádio é destaque em 2026 por uma combinação de fatores estratégicos, tecnológicos e sociais que o colocam novamente no centro da comunicação.
Entre os principais motivos, destacam-se:
Credibilidade e confiança
Em um ambiente marcado por desinformação nas redes sociais, o rádio mantém alta confiança do público.
A curadoria jornalística e a presença de comunicadores locais fortalecem a credibilidade do meio.
Forte alcance e presença local
O rádio chega a públicos diversos, inclusive em regiões onde a internet é instável ou limitada.
A conexão direta com a realidade local torna o meio essencial para comércio, serviços e campanhas institucionais.
Excelente custo-benefício para anunciantes
Comparado a outras mídias, o rádio oferece menor custo de produção e veiculação, com retorno rápido e mensurável, o que explica o aumento dos investimentos publicitários em 2026.
Mobilidade e consumo contínuo
O rádio acompanha o público no carro, no trabalho e em casa.
Com a integração ao streaming, aplicativos e smart speakers, o consumo se expandiu para além do dial tradicional.
Agilidade na informação
O rádio é rápido na cobertura de fatos, prestação de serviço e situações emergenciais, mantendo relevância no cotidiano das pessoas.
Integração com o digital.
O rádio moderno é multiplataforma: está no FM, na internet, nas redes sociais e nos podcasts, ampliando o alcance das mensagens e a interação com o público.
Esses fatores explicam por que, em 2026, o rádio não apenas permanece relevante, mas se consolida como um dos meios de comunicação mais eficazes, confiáveis e estratégicos do mercado.